FIES

Como funciona o FIES?

O Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) foi criado pelo Ministério da Educação (MEC) em 1999 para substituir o Programa de Crédito Educacional iniciado na década de 1970. Em 2010, as taxas de juros foram reduzidas em menos da metade, o período de carência foi prorrogado e o prazo de amortização foi prorrogado.

A partir de 2017, uma nova mudança no programa, que passou a se chamar Novo FIES, criou uma modalidade de financiamento com prazos diferenciados, de acordo com a renda familiar do aluno e sem cobrança de taxa de juros. Além disso, dois outros métodos de financiamento foram desenvolvidos com regras próprias.

O que é o FIES?

O FIES (Fundo de Financiamento Estudantil) é um programa do Ministério da Educação voltado para estudantes que desejam ingressar em uma faculdade particular. Para isso, devem atender a critérios como:

  • ter renda familiar bruta de até cinco salários mínimos;
  • ter participado de uma edição do Enem desde 2010;
  • ter alcançado um rendimento mínimo de 450 pontos;
  • não tendo zerado a redação do Enem.

O objetivo do FIES é permitir que os alunos se matriculem em faculdades particulares sem ter que pagar a taxa integral do curso. No entanto, não é uma bolsa porque o aluno terá que reembolsar ao Governo o valor correspondente ao curso que está a frequentar.

Em qualquer caso, este empréstimo facilita o pagamento da faculdade, uma vez que o aluno não é necessário se comprometer a pagar a mensalidade. Nos últimos anos esse programa se tornou uma das melhores formas de acesso ao ensino superior.

Agora, com o Novo FIES, as oportunidades foram ampliadas porque existem diferentes formas de atender mais alunos, ou seja, com diferentes renda familiar.

Como funciona o FIES

Quais são as taxas de juros do FIES?

As taxas de juros cobradas pelo FIES dependem da assinatura do contrato de financiamento estudantil e da renda familiar. Ao longo da história, os empréstimos estudantis tiveram taxas de juros de 3,4%, 3,5%, 6,5% e 9% ao ano.

Com o novo FIES, alunos com renda familiar per capita de até três salários mínimos não sem juros, pois a operação é financiada diretamente pelo governo federal, mas tem vagas limitadas e lista de espera. Os demais alunos se beneficiam das modalidades P-FIES, com recursos públicos administrados por bancos privados e taxas de juros variáveis.

Na prática, os novos contratos têm juros calculados de acordo com a inflação do ano anterior. Geralmente, as instituições financeiras cobram entre 1,9% e 2,5% ao mês, ou seja, de 25% a 34% ao ano, com prazos que variam de acordo com a duração do curso escolhido.

Nesse método, os prêmios cobrados no crédito estudantil são maiores do que os cobrados no crédito habitacional, que variam entre 9% e 15% ao ano, segundo o Banco Central do Brasil. Os juros do empréstimo da faculdade também são mais caros do que a maioria dos financiamentos de automóveis, mas são mais baratos do que cheque especial e cartão de crédito.

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